quarta-feira, 21 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
Palestra: A Salvação vem pelo conhecimento (áudio)
sexta-feira, 16 de março de 2012
Palestra: A Salvação vem pelo conhecimento
http://www.necfabioblanco.com.br.
quinta-feira, 15 de março de 2012
A força do mundo
Posted in Mística
sábado, 10 de março de 2012
Desagravo e Contestação ao padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior
Christian Post teria cometido fraude jornalística?
quinta-feira, 8 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
Bispo esquerdista morto se torna sábio por boca "conservadora"
quinta-feira, 1 de março de 2012
Mini-Simpósio Preparatório para o Congresso "Vendo o que não se vê"
Venha participar do Mini-Simpósio Preparatório para o Congresso Internacional de Ciência, Ética e Educação Integrada (Vendo o que não se vê), que ocorrerá no dia 02 de março de 2012, sexta-feira, à partir das 17h, nas dependências do NEC - Núcleo de Estudos Cristãos, localizado à Av. Afonso Pena, 314, cj. 72, Boqueirão, Santos/SP.
Haverá palestras de diversos nomes do cenário cristão-conservador brasileiro, que trarão reflexões sobre assuntos atuais de nossa sociedade.
Você pode participar comparecendo pessoalmente ou assistindo a transmissão on line que será feita por meio do site http://www.necfabioblanco.com.br.
As inscrições para assistir as palestras no NEC devem ser feitas pelo email nec@fabioblanco.com.br.
Esta será uma boa oportunidade para reunirmos pessoas que realmente acreditam que podem colaborar com a defesa de uma visão judaico-cristã em diversas áreas da ciência, da política e do pensamento.
Você é nosso convidado especial.
Atenciosamente.
Organizadores do Mini-Simpósio
Programação
17:00h Abertura por Fabio Blanco
17:15h Apresentação do Congresso, pela Dra. Graça Melo Araújo
17:30h A Mídia e suas omissões e tendências, por Edson Camargo
18:00h A ausência de oposição no Brasil, por Fernando Antoniazzi
18:30h A homocracia totalitária, por Eguinaldo Hélio
19:00h As mentiras sobre o aborto, por Nivaldo Cordeiro
19:30h INTERVALO
20:00h O movimento conservador no Brasil, por César D'avilla
20:30h A doutrinação nas escolas, por Miguel Nagib
21:00 A perseguição a cristãos no mundo, por Fernando Bonfim
Encerramento: A necessidade da unidade cristã, por Fabio Blanco
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
O conservadorismo religioso não se opõe à razão
Alguns liberais podem até entender alguma coisa de economia, mas quando adentram pelo campo do debate moral e religioso vacilam, menos por serem eles mesmos amorais e mais por não entenderem nada de teologia, que é o fundamento da moral conservadora. Vê-se isso claramente no artigo que Joel Pinheiro escreve em seu blog (Conservadorismo religioso não se salva) em resposta ao articulista do Mídia sem Máscara, Nivaldo Cordeiro, que, há alguns dias, por meio do artigo Direita, volver, fez uma crítica a um outro artigo do sr. Pinheiro chamado Nova direita nascida velha.
O sr. Pinheiro afirma, em seu texto, que os conservadores defendem formas sociais tradicionais baseados unicamente na fé. Em outras palavras, ele está querendo dizer que essa defesa é irracional ou, pelo menos, sentimental. Isso apenas deixa claro que, em seu entendimento, fé se contrapõe à razão.
Ocorre que, desde os primeiros pensadores cristãos, como Justino e Clemente de Alexandria, ficou muito claro que a fé não é uma irracionalidade, pelo contrário, é uma antecipação de razões ainda não alcançadas pela mente finita. A fé é um instrumento preparatório para o conhecimento. O objetivo é o conhecimento mesmo. Portanto, fé é conhecimento, sim, mas um conhecimento antecipado. Entende-se, com isso, que não há oposição entre razão e fé, e quando o sr. Pinheiro ressalta-a, apenas faz eco a um existencialismo antigo, como o professado por Kierkegaard.
Mais que isso, é evidente que um religioso mais experiente não defende os valores cristãos fundamentado na fé. Sua base é a razão. A fé ficou lá atrás, em seus primeiros passos no Evangelho. Por exemplo, um novo crente pode se opor ao homossexualismo apenas porque a Bíblia assim ensina, mas um cristão mais antigo já pode compreender, racionalmente, os motivos dessa oposição, e são estes motivos racionais que embasam suas ideias. Nenhum desses conservadores que escrevem artigos de opinião diz que tal coisa deve ser assim porque está na Bíblia, simplesmente. Há toda uma argumentação racional que baseia sua defesa, mas isso não é considerado por seus opositores.
Quando o sr. Pinheiro afirma que o conservadorismo religioso erra por fundamentar seus valores na fé, na verdade apenas demonstra sua incompreensão em relação ao que é religião e o que é fé. Isso porque ele as enxerga como um apego irracional a algo superior desconhecido e inacessível. Dessa forma, apenas repete o que desde o Iluminismo se divulga. Enfim, não traz qualquer novidade ao debate, mas apenas demonstra que um liberal pode muito bem ter os mesmos conceitos de qualquer revolucionário.
O que há, na verdade, é a velha arrogância daqueles que se vêem como iluminados contra os pertencentes às trevas da ignorância reinante, representada, principalmente, pela religião. E é sobre esta arrogância que o sr. Pinheiro comete um segundo erro teológico: a dissociação da moral do Velho e do Novo Testamento bíblicos. Afirma, com isso, que se a base para a defesa da moral atual for aquele, é desnecessária, por já haver a razão para isso, por outro lado, se for este é impossível, por não conter nele qualquer argumento em favor de uma agenda política.
Neste ponto, seu equívoco se encontra na incompreensão da natureza das duas alianças bíblicas. Qualquer catecúmeno logo aprende que quando Cristo apresentou o amor a Deus e aos homens como o primeiro e segundo mandamentos, o fez afirmando que a antiga lei se resumia nisso. Falando de outra maneira, a Lei Nova não aboliu a antiga, mas a absorveu e a resumiu, mostrando qual era sua verdadeira essência. Portanto, quando um conservador apresenta as Escrituras como fundamento de suas ideias, sendo ele cristão, não faz isso com base em uma ou outra Aliança bíblica, nem com base em um ou outro artigo de fé, mas, sim, fundamentado em todo o sentido cristão de amor e de respeito à vida. E esse fundamento não é ele mesmo uma declaração de fé, mas posterior a ela, já compreendida em suas devidas formas racionais. Os preceitos bíblicos são apenas o farol que conduz à verdade e esta se desnuda não como um mistério revelado, porém, incompreensível, mas, pelo contrário, como a explicação do que não era compreendido.
Acontece que os inimigos da religião são assim: acreditam que tudo o que os crentes fazem o fazem por um apego emocional à sua crença. Eles não consideram, por um segundo que seja, a possibilidade desses religiosos terem refletido profundamente sobre os assuntos que expõem. Parece que todo religioso, sendo ele homem de pouca ou muitas luzes, é um desvairado defensor de uma fé irracional.
E acho que não estou sendo injusto com o sr. Pinheiro ao afirmar que ele enxerga os religiosos dessa maneira, pois ele mesmo afirma que os ideais dos conservadores religosos estão mais para uma turba de fanáticos do que para uma população educada e bem intencionada. Mesmo sabendo que esta afirmação, de qualquer maneira, tinha um objetivo mais específico: afirmar que o debate que ocorreu nas eleições presidenciais passadas, em torno da questão do aborto, fora uma, segundo suas próprias palavras, demonstração de histeria.
Ora, segundo o que observei, aquela questão fora tratada de uma forma muito inteligente, por meio de sites, blogs, pregações e panfletos (inclusive alguns apreendidos pelo poder público, como no caso daqueles distribuídos pelo bispo de Guarulhos, Dom Luiz Bergonzini). O que ocorreu foi algo quase nunca visto neste país: um grupo de pessoas, sem qualquer organização formal, sem qualquer financiamento público, sem qualquer apoio midiático que, espontaneamente, se unem na defesa de algo que realmente acreditam. O que o sr. Pinheiro gostaria? Que fossem marcadas audiências públicas para a discussão (no caso, a questão do aborto)? Pois bem, era isso exatamente o que aqueles que defendem os tais direitos da mulher queriam: que a questão fosse levada em banho-maria. Foi a tal histeria que forçou a sra. Dilma Rousseff a assinar um compromisso que hoje está impedido-a de dar um andamento mais rápido ao seu projeto abortista. Histeria ou não, o que vimos é que o movimento acabou sendo razoavelmente eficiente.
Eu não sei se o sr. Joel Pinheiro é contra ou a favor do aborto, já que esta matéria não fora elencada dentre as que ele afirma concordar com os conservadores. No entanto, o que fica claro, ao menos para mim, é que o resultado daquela movimentação não o agradou muito. De qualquer maneira, e esse é o ponto central deste artigo, uma coisa é certa: a ideia que ele tem de um pensador conservador religioso é tão distorcida quanto de qualquer ateu e anticristão.
Posted in Política e sociedade
sábado, 25 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Eu não quero me mobilizar
Posted in Política e sociedade
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Somos dependentes
Posted in Mística
sábado, 28 de janeiro de 2012
Diário Teologosófico
Os humoristas de hoje tentam estimular o riso como se deslizassem uma pena pela planta dos pés das pessoas. Apelam ao sentidos mais triviais a fim de obter a resposta de seu público. Não percebem que o humor é uma arte do espírito, que trabalha a imaginação e induz as conexões que, por meio de um processo mental, provocam o riso. O que vejo atualmente é nada mais do que cócegas: algumas vezes faz rir, mas também irrita.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Diário Teologosófico
O pior efeito da Queda é a Verdade ter sido lançada para detrás de uma tenebrosa confusão. Hoje, tateamos em busca da compreensão e tentamos nos livrar dessa densidade escura com muito esforço. Se alguém duvida, basta olhar para a diversidade de doutrinas, denominações e idéias somente dentro do cristianismo.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Diário Teologosófico
São exageradas as preocupações com as prescrições morais. Elas são para homens carnais. Para os espirituais, são absolutamente desnecessárias.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Diário Teologosófico
Se os primeiros pensadores cristãos exageraram na interpretação alegórica, os novos teólogos erram por ignorarem os símbolos bíblicos. O pior é que não podem negar que há símbolos, mas os enxergam onde lhes bem apraz. Apenas esquecem que tudo é símbolo, o que não exclui o fato.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Diário Teologosófico
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Diário Teologosófico
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Diário Teologosófico
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Unidade anticristã x Desunião cristã
Essa comunhão em Cristo deve ser o estandarte principal. É ela que vai permitir que haja alguma resistência. Se desejam lutar para que a civilização ocidental se mantenha em pé, enxergo apenas uma possibilidade: entendermos definitivamente que o inimigo não está na igreja ao lado, mas do outro lado do front, nas linhas inimigas daqueles que desprezam os valores herdados pelos dois mil anos de cristianismo.
Posted in Observatório cristão
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Diário Teologosófico
domingo, 1 de janeiro de 2012
Diário Teologosófico
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Diário Teologosófico
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Diário Teologosófico
Diário Teologosófico
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Diário Teologosófico
* como escreve Constantin Noica em seu diário.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Deus expulso das escolas: a instalação do caos
Posted in Análises do mundo contemporâneo
sábado, 26 de novembro de 2011
Reconhecer-se perdido



Molhe seus pés (como tomar uma decisão difícil)